quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Biblioteca Pública tem pouca opção de revistas e jornais para os leitores



            O jornal A Tribuna de Santos não está mais disponível na Biblioteca Central   desde a primeira quinzena do mês de setembro, segundo o livro de registro de leitores. No seu lugar hoje encontramos o jornal Diário do Litoral, novo vencedor da licitação para publicar os atos oficiais da Prefeitura de Cubatão. A interrupção se deve por não haver uma assinatura do periódico, e sim exemplares fornecidos como cortesia, como informou o secretário de Comunicação da Administração Municipal, Fernando á nossa reportagem no último dia 23/09. 
             Além da interrupção da entrega do jornal  A Tribuna, há tempos a sala de Jornais e Revistas da Biblioteca Central, não tem oferecido maiores opções de leitura, limitando-se a exemplares antigos da Revista Piauí, Morachá e AT Revista (entregue como encarte da edição de domingo de A Tribuna). A Biblioteca Central chegou a oferecer em outras épocas aos seus leitores jornais como a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo (Estadão), Revista Veja e a Revista Superinteressante, só para citar alguns. O diretor da Biblioteca Francisco Torres informou que a redução de publicações se deveu por causa de uma política de corte de gastos, que todas as Secretarias tiverem que se submeter.

Secretário aponta solução

                 O secretário de Cultura Wellington Borges falou no seu gabinete com a nossa reportagem que a interrupção da entrega do jornal A Tribuna foi realmente devido a perda do direito de publicar os atos oficiais para o Diário do Litoral, pois não havia assinatura e sim exemplares de cortesia, mas que nada impede de ser feita uma assinatura e ter os dois periódicos a disposição dos leitores. Porém ele informa que somente no próximo ano isso poderá vir a acontecer, devido ao orçamento desse anos já estar comprometido: “a Biblioteca tem que fazer uma cotação de preço para o orçamento de 2015, pois para esse ano não há mais possibilidade”, informa o secretário.       
                 Borges ainda recordou que a sala de jornais e revistas chegou a ser no passado o setor mais procurado da Biblioteca: “havia um funcionário de nome Adilson responsável pelo setor, que calculava o tempo que cada leitor ficava lendo, pois fazia até fila, e cada um tinha direito de ficar 15 minutos”.