sábado, 20 de junho de 2015

Vereador pede melhorias para Praça Dona Miquelina Domingues





               A Praça Dona Miquelina Domingues que fica localizada na confluência das Ruas Monte Castelo, 13 de Maio e Avenida Cruzeiro do Sul na Vila Nova foi tema de requerimento do vereador Jair do Bar na sessão do dia 16/06 na Câmara. O edil solicitou melhorias para o logradouro.




                                              Quem foi Dona Miquelina Domingues?

                Miquelina Domingues nasceu em Portugal no dia 15 de maio de 1860. Migrou para o Brasil em 1877, instalando-se em Cubatão. Foi uma mulher dinâmica, que muito contribuiu para o progresso cubatense, em virtude das inúmeras atividades que exerceu. Dedicou-se inicialmente à criação de gado, usando como pastagem o local onde atualmente está instalada a Refinaria Presidente Bernardes. Paralelamente, trabalhava nas áreas de mangue, cortando lenha e colhendo folhas típicas dessa região lamacenta, fornecendo-as para a Cia. J. B. Duarte, que as aproveitava para fazer tinturas, em virtude de suas propriedades resinosas e aromáticas.
A seguir, construiu uma pensão (Avenida Bandeirantes, 89), para fornecimento de refeições às pessoas que trabalhavam na construção da antiga Estrada de Ferro Sorocabana e da Estrada Velha do Mar, sendo a primeira pousada de trabalhadores e viajantes – tanto que o presidente Washington Luiz, quando da inauguração do Caminho do Mar, ali fez sua refeição e pousada. Foi proprietária do terreno onde funcionava a Cia. Anilinas, hoje ocupado pelo Parque Anilinas
Construiu um pequeno sítio no local onde depois funcionou o Porto 5 (terreno de Marinha), desenvolvendo a agricultura da banana e a criação de gado leiteiro, de forma a atender a população cubatense. Faleceu em 1966, com 106 anos de idade, deixando oito filhas, 46 netos, 49 bisnetos e 11 tataranetos.




Fonte: Site Waze



Divulgada foto de estuprador


terça-feira, 9 de junho de 2015

Márcia Rosa perde seus direitos políticos

  Márcia Rosa tem confirmada a rejeição das contas da sua Administração do exercício de 2011 por 5 votos pela manutenção do parecer do Tribunal de Contas contra 6 pela rejeição do parecer. Apesar de ter conseguido a maioria dos votos foram insuficientes para reverter o quadro, onde era necessário 8 votos (2/3 da maioria). Sendo assim a prefeita petista fica sem poder se candidatar a um cargo público por 8 anos. Os vereadores que foram a favor do parecer que rejeitou as contas da prefeita e a tornou inelegível foram: Ademário, Dinho, Aguinaldo Araújo, Ivan Hildebrando e Doda. Os vereadores que votaram pela rejeição do parecer e a favor da prefeita foram: César Nascimento, Jair do Bar, Fábio Rouxinho, Ricardo Queixão, Fábio Moura e Wagner Moura. Durante a leitura do parecer pelo 1º Secretário da Mesa, o vereador Ademário, houve várias manifestações do público presente, muitos utilizando apitos.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Sessão volta a ser paralisada

   
  A Sessão da Câmara foi novamente paralisada por conta da votação do parecer do Tribunal de Contas que rejeitou as contas de 2011 da atual administração. Dos 9 vereadores presentes quatro se retiraram (Jair do Bar, Ricardo Queixão, Fábio Moura e Wagner Moura), todos da base de sustentação do atual governo. Fábio Roxinho e César Nascimento não compareceram à sessão. Segundo o assessor jurídico da Câmara, Roberto Faro Mello, o documento voltará a ser votado na próxima sessão: “o documento tem que ser votado no mínimo em 60 dias, já passou. Tem mais de 120 dias”. Quanto à obstrução Mello informa que é um direito do vereador, podendo obstruir quantas vezes achar que deve. Estiveram presentes na sessão além dos vereadores que se retiraram: Aguinaldo Araújo, Ademário, Dinho, Ivan e Doda.
Desempregados e Briga jurídica
      
    Apesar da curta duração da sessão as galerias estavam lotadas na sua maioria formada por desempregados, que compareceram com faixas com dizeres pedindo emprego nas indústrias para os trabalhadores da região. Um fato curioso também ocorreu entre o diretor jurídico da Prefeitura e ex-vereador, Mário Gochi e o assessor jurídico da Câmara, Roberto Faro Mello que discutiram de forma ríspida. Perguntado sobre o ocorrido Gochi disse apenas se tratar de discussão jurídica, enquanto Faro Mello visivelmente contrariado e sem entrar em detalhes desabafou: estou nessa casa há 30 anos e nunca vi isso acontecer (referindo-se ao motivo do bate-boca com o colega advogado).